21 de novembro de 2011 § Deixe um comentário

Aproximou-se devagar, o rosto se tornando mais nítido e imperfeito, todas as coisas a seu respeito que ela repudiava e repugnava. Os lábios a centímetros de distância, eles diziam algo sobre estarem cansados de todas as crises, todas as brigas, tudo aquilo que ela chamava de amor e não passava de remorso. As verdades jogadas na cara como um balde de água fria, fazia arder os olhos que se torturavam ao segurar as lágrimas impulsivas. A honestidade dele rasgando sua alma delicada como unhas afiadas sobre o tecido frágil.

Onde estou?

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