25 de novembro de 2011 § 1 comentário

O rosto apoiado sobre as mãos cansadas, os dedos tamborilando na mesa. A barba mal feita, as sobrancelhas quase que se unindo. Era bonito. Uma beleza rude, selvagem. Uma beleza de mármore, de rascunho. Uma beleza que Marina queria pra si.

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