19 de setembro de 2014 § Deixe um comentário

Tomara que a chuva amaldiçoe Beagá com poças tão profundas quanto o silêncio que se instalou entre nós dois.

Tomara que você tropece no próprio cadarço, e se derrame sobre uma dessas poças quando for descer do ônibus, na rua da Bahia.

Tomara que suas meias fiquem encharcadas.

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